Índice
Introdução
Desenvolvimento
• Anuncio
• Cartaz
• História
• Raízes
• Século XX
• Propaganda
• Etimologia
• Logotipo
• Termo “logomarca”
• Rótulo
• Regulamentação
• Receita de cozinha
• Modo De Fazer
• Oroscopo
• Boletim meteorologico
• Etiqueta
• Intenerario
• Regras de jogo
Conclusão
Bibliografia
Introdução
Texto injuntivo apelativo é um texto que apela algo, procura que o receptor executa uma certa tarefa por uma certa ordem e procedimento. Ou desenvolva um certo comportamento social. Implica a colaboração do receptor e tenha finalidade de levar alguém a fazer alguma coisa. Utiliza predominantemente o imperativo, o futuro imperfeito ou o infinitivo. Utiliza frases ou expressões sugestivas, isto é, as que mais interacção ao publico leitor.
Desenvolvimento
Texto Injuntivo, também chamado prescritivo, não é só um ordem. Pode ser também uma sugestão, conselho, alerta, pedido, convite, instrução, súplica, dependendo do contexto e do tom, mas sempre objectivará que o receptor/leitor/ouvinte, realize ou não o que o emissor/falante está “prescrevendo”, indicando.
Veja alguns exemplos:
- Cuidado com o cão! Afaste-se!
- Se preferir, acrescente coco ralado à mistura.
- Dobre a primeira à direita e depois siga em frente até o final da rua.
- Venha para a minha festa de aniversário. Estou aguardando.
- Pode esfriar à noite. Leve mais este casaco.
- Certifique-se de que a peça foi colocada
-dictionnaire de linguistique – de Jean Dubois e outros (Librairie Larousse):
1. Uma frase injuntiva é uma frase que exprime uma ordem, dada ao locutor, para executar (ou não executar) tal ou tal acção. As formas verbais específicas destas frases estão no modo injuntivo e o imperativo é uma das formas do injuntivo.
2. Emprega-se a expressão função injuntiva para designar a função da linguagem chamada “conativa” ou “imperativa”: o locutor impele o destinatário a agir de determinada maneira.»
O que falam Maria Francisca Xavier e Maria Helena Mateus no «Dicionário
de Termos Linguísticos»:
- Diz-se que uma frase é injuntiva se exprimir uma ordem de execução ou não execução de uma determinada acção. Por vezes, emprega-se a expressão «função injuntiva» para designar a função apelativa de linguagem, por meio da qual o
locutor conduz o alocutário a reagir de um determinado modo.
Anuncio
Anúncio de jornal é uma informação publicada em um jornal, que faz uma propaganda, um pedido, ou outros tipos de comunicação que interesse ao público em geral, necessitando ou não de uma resposta para o autor. Em jornais impressos e revistas, além de websites, os anúncios podem ser publicados junto ao conteúdo editorial ou em seções separadas, denominadas Classificados. Já na televisão e no rádio, os anúncios são normalmente veiculados durante os intervalos da programação.
Nas empresas jornalísticas, os anúncios são gerenciados e negociados pelo Departamento Comercial, que funciona à parte – porém em contato – da redação (os jornalistas propriamente ditos).
Nas sociedades capitalistas industralizadas, a publicidade é a principal fonte de sustentação financeira das empresas jornalísticas. Este modelo, teoricamente, garantiria a independência da imprensa em relação aos governos e poderes políticos locais, ainda que, por outro lado, crie uma dependência dos interesses comerciais dos próprios anunciantes.
Cartaz
Cartaz (também chamado póster (português europeu) ou pôster (português brasileiro)) é um suporte, normalmente em papel, afixado de forma que seja visível em locais públicos. Sua função principal é a de divulgar uma informação visualmente, mas também tem sido apreciada como uma peça de valor estético. Além da sua importância como meio de publicidade e de informação visual, o cartaz possui um valor histórico como meio de divulgação em importantes movimentos de caráter político ou artístico. Os problemas estruturais e formais são resolvidos pelo projeto de design gráfico.
O pôster também pode ter um significado diferente de cartaz, no sentido de que a palavra, no Brasil é usada quando nos referimos a peças mais “artísticas” ou de decoração de ambientes (como pôsteres de bandas, artistas, carros). O cartaz é mais específico para designar o meio de comunicação criado a partir das folhas colocadas em espaços públicos, visando Propaganda (como um cartaz de um político), Publicidade (como um cartaz de uma festa) ou simplesmente a comunicação.
Resumidamente, o pôster tem valor estético e o cartaz valor funcional, pela informação que quer transmitir. Um cartaz que é pego da rua e colado no quarto de um adolescente, deixa se ser cartaz e pode ser considerado pôster, pois sua função principal, naquele quarto, não é mais informar sobre determinado assunto, mas decorar o ambiente.
História
Raízes
O cartaz tem suas raízes no renascimento. “O primeiro cartaz conhecido é de Saint-Flour, de 1454, feito em manuscrito, sem imagens” (CESAR, 2001). Mas é a partir do uso da técnica da litografia, na segunda metade do século XIX, que o cartaz passa a ter uma estrutura reconhecível como peça de publicidade. Jules Chéret e Alphonse Mucha, na França, ou J. H. Bufford e Louis Prang, nos Estados Unidos, foram grandes designers gráficos que se dedicaram especialmente aos cartazes e tiveram um papel importante no seu desenvolvimento. Nessa época artistas plásticos de renome se dedicaram ao cartaz, como Toulouse-Lautrec entre outros.
Século XX
No século XX o cartaz teve um papel importante no design moderno. O design russo foi influente na evolução do cartaz europeu moderno e na escola de design alemã, a Bauhaus. O cartaz russo se caracterizou pelo envolvimento com as vanguardas artísticas e a propaganda do governo soviético.
Os cartazes construtivistas do designer El Lissitzky são bons exemplos das mudanças estéticas da época, com o uso de formas geométricas, cores puras (como o vermelho e o preto), tipografia sem serifa e de montagens fotográficas.
Das vanguardas europeias à desconstrução pós-modernista o cartaz manteve uma renovação constante, sobrevivendo ao surgimento de novas mídias, como a televisão no pós-guerra.
Propaganda
Propaganda é um modo específico de apresentar informação sobre um produto, marca, empresa ou política que visa influenciar a atitude de uma audiência para uma causa, posição ou actuação.[1] Seu uso primário advém de contexto político, referindo-se geralmente aos esforços de persuasão patrocinados por governos e partidos políticos.
Uma manipulação semelhante de informações é bem conhecida: a propaganda comercial, que normalmente não é chamada de propaganda mas sim publicidade, embora no Brasil seja utilizada como sinônimo. Ao contrário da busca de imparcialidade na comunicação, a propaganda apresenta informações com o objectivo principal de influenciar uma audiência. Para tal, freqüentemente apresenta os fatos seletivamente (possibilitando a mentira por omissão ) para encorajar determinadas conclusões, ou usa mensagens exageradas para produzir uma resposta emocional e não racional à informação apresentada. O resultado desejado é uma mudança de atitude em relação ao assunto no público-alvo para promover uma agenda. A propaganda pode ser usada como uma forma de luta política.
Apesar do termo “propaganda” ter adquirido uma conotação negativa, por associação com os exemplos da sua utilização manipuladora, a propaganda em seu sentido original é neutra, e pode se referir a usos considerados geralmente benignos ou inócuos, como recomendações de saúde pública, campanhas a encorajar os cidadãos a participar de um censo ou eleição, ou mensagens a estimular as pessoas a denunciar crimes à polícia, entre outros.
Etimologia
O termo “propaganda” tem a sua origem no gerúndio do verbo latim propagare, equivalente ao português propagar, significando o ato de difundir algo, originalmente referindo-se à prática agrícola de plantio usada para propagar plantas como a vinha.[2] O uso da palavra “propaganda” no sentido actual é uma cunhagem inglesa do século XVIII, nascida da abreviação de Congregatio de Propaganda Fide de cardeais estabelecida em 1622 pelo Papa Gregório XV para supervisionar a propagação da fé cristã nas missões estrangeiras. Originalmente o termo não era pejorativo, e o seu sentido político actual remonta à I Guerra Mundial.[3]
Logotipo
O logotipo da Coca-Cola
Logotipo, ou logótipo, refere-se à forma particular como o nome da marca é representado graficamente, pela escolha ou desenho de uma tipografia específica. É um dos elementos gráficos de composição de uma marca, algumas vezes é o único, tornando-se a principal representação gráfica da mesma. A expressão costuma ser confundida com o termo logomarca, que, embora tido como correto pela linguística é considerado por alguns poucos designers um neologismo impreciso e incorreto.
O logotipo
Logotipo é uma assinatura institucional, a representação gráfica da marca. Por isso ela deverá aparecer em todas as peças gráficas feitas para a empresa. Como toda a assinatura, o logotipo precisa seguir um padrão visual que a torna reconhecida onde quer que ela seja estampada.
Usar corretamente o logotipo é uma das ações obrigatórias para o reforço da imagem e da personalidade da empresa.
A marca Sony ao grafar a sua marca, utiliza apenas a forma particular como o nome da marca é representado graficamente — o logotipo, prescindindo da utilização de qualquer outro elemento gráfico adicional (símbolo) para compor a marca. Ao contrário da Sony, a Wikipédia, utiliza simultaneamente um símbolo e um logotipo para grafar a sua marca.
O símbolo e o logotipo são formas de grafar a marca, de torná-la visualmente tangível. É comum as pessoas se referirem ao símbolo como marca. Diz-se frequentemente: a marca da Coca-Cola ou da Fiat, quando, na verdade, a intenção é a referência ao logotipo da Coca-Cola ou da Fiat. Da mesma maneira, símbolos também são chamados de marcas e também é comum se ouvir referência à marca da Volkswagen ou da Mercedes-Benz, quando a designação correta seria símbolo (…). Logos em grego quer dizer conhecimento, e também palavra. Typos quer dizer padrão e também grafia. Portanto, grafia-da-palavra ou palavra-padrão.
Termo “logomarca”
O termo “logomarca”, um neologismo usado de forma empírica e genérica para designar logotipo, símbolo ou marca, foi popularizado no Brasil sem que haja consenso nem precisão absoluta ao que ele se refere, se apenas ao símbolo, ao logotipo ou ao sinal misto (combinação de ambos). Apesar de aparecer em dicionários, o termo é visto como inadequado por alguns designers por, segundo eles, não possuir a necessária precisão.[1]
Em seu livro O Efeito Multiplicador do Design, a designer Ana Luísa Escorel, embora sem formação acadêmica em linguística discute fortemente o termo “logomarca”. Ela lembra que a palavra logos, vem do grego significando conhecimento e também palavra. E, embora a etimologia coloque como correlato mais apurado de logos em português os termos estudo ou lógica, a designer afirma que “logomarca” significa “palavra-marca” o que, na opinião dela, não faz sentido. Ela defende ainda que os brasileiros deveriam adotar os termos utilizados no resto do mundo.[1] Essa atitude, no entanto, parece não ser difundida entre muitos designers e não profissionais da área, que usam o termo “logomarca” por seu suposto caráter mais abrangente.
Curioso que áreas tão afeitas à moda e à terminologia usada internacionalmente para tudo o que diz respeito aos assuntos do setor, como a publicidade, o marketing e mesmo o design gráfico, desprezem as designações corretas, presentes nos artigos publicados pelas revistas especializadas do primeiro mundo. Nelas as palavras logotype, logo ou symbol pontuam cada página, para lembrar apenas os países de língua inglesa.
Rótulo
Rótulo de loção Edista. Projeto gráfico do estilo Art Nouveau
Rótulo é toda e qualquer informação referente a um produto que esteja transcrita em sua embalagem. O Rótulo acaba por ser uma forma de comunicação visual, podendo conter a marca do produto e informações acerca deste. É uma forma de dar alguma vida a uma embalagem.
Regulamentação
Os rótulos de parte dos produtos, tais quais os alimentos, costumam ser regulamentados por órgãos específicos normatizados por órgãos responsáveis, como é o caso da ANVISA no Brasil. Segundo a ANVISA, o rótulo de um alimento deve conter obrigatoriamente informações sobre sua denominação, que identifique sua origem e característica, como por exemplo “óleo de oliva”), uma lista com seus ingredientes, exeptuando alimentos que contenham um único ingrediente, o seu peso líquido, a identificação de origem, de seu lote, o prazo de validade além de instruções de preparo e
Receita de cozinha
UAMBA DE MARISCO INGREDIENTES:
1 CEBOLA PEQUENA 50 GRS. DE MUAMBA 50 GRS. DE FARINHA DE TRIGO 200 GRS. DE MEXILHÃO
3 DENTES DE ALHO
½ COPO CALDO PEIXE 200 GRS.
CAMARÃO 2 JINDUNGOS
1 DL. VINHO BRANCO
1 DL. AZEITE 200 GRS.
AMEIJOAS SAL q.b. PREPARAÇÃO:
Modo De Fazer
Fazemos um refogado com o azeite, a cebolas picada e os dentes de alho também picados e o jindungo. Seguidamente juntamos o caldo de peixe ou de marisco, temperámos com o sal e deixamos puxar um pouco. De seguida acrescentamos o marisco, o vinho e a MUAMBA. Deixamos cozer bem e depois acrescentamos a farinha de trigo já misturada num pouco de água para engrossar o molho. Serve-se bem quente, acompanhado com uma CUCA geladinha.
Oroscopo
Horóscopo do grego ¨horus¨= hora e ¨skopos¨= observação. É a posição dos planetas e da Lua no céu,em um dado instante de tempo, em relação as casas do zodíaco. Os horóscopos não possuem fundamentação científica e são utiliza dos pelos astrólogos para prever o futuro e caracterizar a conduta moral dos seres humanos.
Boletim meteorologico
Informações sobre as condições meteorológicas
Meteorológico vem de meteorologia é uma das ciências que estudam a atmosfera terrestre, que tem como foco o estudo dos processos atmosféricos e a previsão do tempo. Os estudos no campo da meteorologia foram iniciados a mais de dois milênios, mas apenas a partir do século XVII a meteorologia progrediu significativamente. No século seguinte, o desenvolvimento da meteorologia ganhou um ímpeto ainda mais significativo com o desenvolvimento de redes de intercâmbio de dados em vários países
Etiqueta
A etiqueta é uma inscrição sob a forma de legenda ou rótulo que se coloca sobre algum objecto, matéria ou elemento com que se relaciona.
Intenerario
Itinerario é descrição de um caminho ou de uma rota especificando os lugares de passagem e propondo uma série de actividades e serviços durante a sua duração.
CIRCUITO:Entende-se aquela viagem combinada em que intervêm vários serviços: transportes, alojamento, guia, etc, que se realiza de acordo com um itinerário programado e com um desenho circular sempre que seja possível (o ponto de partida e de chegada serão coincidentes), de modo a que se passe por um caminho anteriormente percorrido
Conjunto de caminhos e visitas que se complementam constituindo um itinerário fechado, que tem inicio e término no mesmo local.
VISITA: Reconhecimento, exame ou inspecção de um lugar de paragem incluído num itinerário. A visita representa cada uma das paragens que compõem um itinerário.
ROTA: Sinónimo de itinerários, em sentido restrito, em que a saída e a chegada não são coincidentes no mesmo ponto.
O conceito de Rota e Itinerário podem ser considerados sinónimos embora seja de realçar o facto de Rota estar associada a uma direcção, a um percurso dirigido. Por outro lado, o conceito de Rota tem sido usado preferencialmente em termos institucionais e promocionais. Relativamente ao conceito de Roteiro está quase sempre associado a uma descrição, mais ou menos exaustiva, dos aspectos mais relevantes da viagem e, particularmente, dos principais locais de interesse turístico.
FORFAIT: Nome técnico utilizado para um tipo de Itinerário organizado cujo preço inclui todos os serviços. Dentro deste podemos distinguir Forfait para a Oferta – viagens programadas para serem posteriormente vendidas pelos retalhistas – e Forfait para a Procura – viagens organizadas à medida do cliente
Regras de jogo
Regra 1 – Quadra
Quadra de jogo é um retângulo com 40 metros de comprimento e 20 metros de largura e consiste de duas áreas de gol e uma área de jogo. Os lados maiores são chamados de linhas laterais e os lados menores são chamados linhas de gol (entre os postes da baliza) ou linhas de fundo (em ambos lados da baliza).
Deveria haver uma zona de segurança rodeando a quadra de jogo, com a largura de no mínimo 1 metro ao longo das linhas laterais e 2 metros atrás das linhas de fundo.
As características da quadra de jogo não devem ser alteradas durante o jogo, de tal forma que traga vantagem só para uma equipe.
1:2 – A baliza é colocada no centro de cada linha de fundo. As balizas devem estar firmemente fixadas ao solo ou nas paredes atrás delas. Elas medem 2 metros de altura e 3 metros de largura no seu interior.
Os postes das balizas são unidos por uma barra horizontal. As faces posteriores dos postes devem estar alinhadas com o lado posterior da linha de gol. Os postes e a barra transversal devem ter uma secção quadrada de 8 cm. Nas três faces que são visíveis da quadra, elas devem ser pintadas com faixas de duas cores contrastantes que por sua vez contrastem claramente com o fundo.
As balizas devem ter uma rede, fixada de tal jeito, que a bola arremessada dentro da baliza normalmente fique dentro dela.
1:3 – Todas as linhas da quadra fazem parte da superfície que elas delimitam. As linhas de gol devem ter 8 cm de largura entre os postes enquanto todas as outras linhas devem ter 5 cm de largura.
As linhas entre duas áreas adjacentes podem ser trocadas por uma pintura completa com cores diferentes entre essas áreas adjacentes no piso da quadra de jogo.
1:4 – Em frente a cada baliza, há uma área de gol. Esta área de gol é definida por uma linha de área de gol (linha de 6 metros), que é marcada como segue: (i) uma linha de 3 metros diretamente em frente da baliza; esta linha é paralela à linha de gol e a 6 metros de distância (medidos desde a face posterior da linha de gol até a face anterior da linha da área de gol); e (ii) por 2 quartos de círculo cada qual com raio de 6 metros (medidos desde o ângulo interno posterior de cada poste da baliza), conectando aquela linha de três metros com a linha de fundo
1:5 – A linha de tiro livre (linha de 9 metros) é uma linha tracejada a 3 metros de distância da linha da área de gol. Ambos os segmentos da linha e os espaços entre eles medem 15 cm
1:6 – A linha de 7 metros é uma linha com 1 metro de comprimento, marcada diretamente em frente de cada baliza. Ela é paralela à linha de gol, a uma distância de 7 metros (medidos desde a face posterior da linha de gol até a face anterior da linha de 7 metros);
1:7 – A linha de limitação do goleiro (linha de 4 metros) é uma linha de 15 cm de comprimento marcada diretamente em frente de cada baliza. Ela é paralela à linha de gol, a uma distância de 4 metros (medidos desde a face posterior da linha de gol até a face anterior da linha de 4 metros);
1:8 – A linha central une os pontos centrais das duas linhas laterais
1:9 – A zona de substituição (um segmento da linha lateral) se estende a uma distância de 4,5 metros da linha central para cada equipe. Este ponto final da zona de substituição é prolongado por uma linha que é paralela a linha central, se estende 15 cm dentro da quadra e 15 cm fora da quadra
Conclusão
Resumindo e concluindo o “texto injuntivo” usa a função da linguagem chamada conotativa ou apelativa. visa convencer o ouvinte a obedecer a uma vontade do emissor (quem fala), a fazer ou a não fazer algo, seja ordenando ou pedindo gentilmente.
Está muito texto apelativo é o que “apela”, isto é, chama a atenção do leitor e tenta convencê-lo a respeito de uma idéia, um produto, uma atitude a ser tomada.. para isso ele se utiliza de algumas marcas estilísticas: usa o “você”, usa termos ou expressões “emotivas”,usa figuras de linguagem.
Bibliografia
Www.google.com
http://www.google.com/#hl=pt-br&q=qual+%c3%a9+a+vantagem+da+roldana+movel&oq=qual+%c3%a9+a+
kkkk nao aprendi nada
Quando se faz um estudo exaustivo sobre um determinado assunto, é construtivo para o desenvolvimento do saber e da ciência. Tal fato se destaca nesse trabalho sobre o texto Injuntivo.
OBRIGADO
hm